Tempo de refúgio
Horas de presságios
Dias de teto de gesso
Momentos de estática espera
Dores que castigam o corpo para enfeitar a alma
Liberdade forçada enviada pelo alheio
Saber celebrá-la é o remédio para a cura
Confirmação dos afetos
Elogios do despreendimento
Entregas sem culpas
Favores sem ônus
Faltas sentidas
Silêncios necessários
Prazeres comedidos
Alívio inesperado
Sossego merecido
Retomar o fôlego
Ressurgir do fundo
Reencontrar o rumo
Reluzir pro mundo
Goiânia, 20 de março de 2011. Final de semana pesado fisicamente, mas de limpeza necessária pro espírito.
ResponderExcluirBelo texto, Itamar! O mundo em poucas palavras. Mas é essa mesma a beleza da poesia: concisão e simplicidade, desdobrando-se infinitamente na grandeza e complexidade da vida nossa...
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