Pergunta-me hoje se acredito no amor!
Ri de meus olhos e não esperes respostas
Todo o meu corpo fala por mim
Já não me pertencem meus pensamentos
Perderam-se na renovação da promessa
Confirmaram-se na relutância do inevitável
Hei sempre de curvar-me a sua força que vem e me toma de assalto
É do encanto dos olhos que falo
É da promessa do momento do beijo
Há de ser o encaixe do abraço a minha eterna rendição
Não espero do amor que me habite perene e imutável,
Mas que me renove sempre, singelo, menino e faceiro
E se mesmo assim insistes em saber de minha crença,
Abre tua janela e veja entrar o dia
É assim que me sinto quando o amor me visita
Brisa quente matutina que afasta o frio temeroso da noite vazia
5 de setembro de 2010, no aeroporto internacional de Brasilia, sentado no saguão, aguardando o vôo pra Fortaleza que atrasou, ainda sob efeito da noite passada.
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