Vivo querendo renegar alguns sinais que me ocorrem
Talvez por uma insistente necessidade de prova,
Que será sempre superada por uma nova dúvida a cada novo indício que me surja
Quero a resposta, mas não me decido ao certo em emitir a verdadeira pergunta
Pode ser que deseje materializar o imponderável
Tarefa árdua essa, a de dar forma ao que é etéreo
Caio, me espezinho, me lambuzo, me regozijo, me revolto... me desespero, ou nem tanto
Paro, me recomponho, me arremeto, me arrefeço, me dedico... me resgato, ou alguém o faz por mim
A cada novo ciclo desse sinto que algo muda
E o mais mágico: a resposta me toca na alma
É através dela que mais entendo
É pela intuição do bem e do amor que a vida me disciplina
Por mais estudante rebelde que eu me revele
Ela está sempre ali, professora-mãe-doutora, pra me impulsionar pro que de bom eu vim aqui fazer
Eu me resumo mais uma vez pra entender
Entender quem agora eu sou pra receber o que vem
Mas nesse instante eu só consigo sentir...
E talvez essa seja a verdadeira tarefa humana
Sentir a vida, e não entendê-la
Sentir e fazer.
ResponderExcluirPrá quê entender??
arrogância e vaidade nossas.
Gostando de ver o senhor...
Parabéns pelos escritos.
Como é que eu faço prá ter um negóciodesses e, principalmente, depois ter tempo prá escrever??
Acho que vou me aventurar, me desnudarnesse buraco negro prá virar poeira junto com todo mundo. Adiante, quixotes do mundo inteiro!!!
Os moinhos estão próximos!!!!!
A batalha é árdua e bela.
Paz e Amor, guerreiro.